Instituto Politécnico de Lisboa

Atuação em situação de PCR

Atuação perante paragem cardiorespiratória (PCR) em doente com suspeita de COVID-19

Com o objetivo de diminuir o risco de contágio dos operacionais do Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa (PNDAE), na abordagem de doentes suspeitos de COVID-19 em situação de PCR, foram emitidas recomendações pela DGS (Orientação Técnica Nº 7/2020 de 24/03/2020).
Para proteção dos operacionais do PNDAE e tendo e conta a impossibilidade de diagnóstico COVID-19 antes da observação médica, considera-se como caso suspeito qualquer vítima cuja PCR tenha sido antecedida de qualquer um dos seguintes sintomas:

  • Tosse;
  • Dificuldade respiratória;
  • Febre.

Em caso de dúvida, todas as PCR devem ser consideradas suspeitas.
O risco de contágio para os operacionais de DAE em contacto com vítimas de PCR suspeitos de COVID-19 em ambiente pré-hospitalar, torna a situação atual numa situação de exceção, obrigando a medidas extra na prevenção do contágio. Para mais informações consultar Orientação Técnica Atuação perante PCR em doente com suspeita de COVID- 19.