Instituto Politécnico de Lisboa

Escola Superior de Educação de Lisboa tem nova direção

ESELx

3 Julho 2014

O presidente do IPL e a nova direção da ESELx

O presidente do Instituto Politécnico de Lisboa, empossou no passado dia 1 de julho, os membros da nova direção da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Cristina Loureiro foi reeleita presidente da ESELx, dando início ao segundo mandato à frente da escola do IPL. Professora na escola desde 1991, é mestre em ensino da Matemática e doutoranda em Didática da Matemática, no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Na Escola Superior de Educação de Lisboa leciona Geometria, Didática da Matemática e Arte e Matemática.

A colaborar com a ESELx desde 2000, Rui Covelo, considerado pela presidente da escola, como um trabalhador incansável, mantem-se como vice-presidente. Licenciado em Arquitetura, é mestre em Museologia e Museografia.

O novo membro da direção da Escola Superior de Educação, é Maria João Hortas, assumindo o cargo de vice-presidente, anteriormente ocupado por Carla Cristina Rocha. A nova dirigente é docente na ESELx desde 2000. É doutorada em Geografia, ramo de Geografia Humana, pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, com uma tese intitulada de “Educação, Diversidade e Território, o caso da Área Metropolitana de Lisboa”. Coordena ainda a licenciatura de Educação Básica, lecionando neste mesmo curso e no de Animação Sociocultural.

O presidente do IPL, Vicente Ferreira, no decorrer da cerimónia da tomada de posse, ressaltou as inúmeras dificuldades e ataques do Ministério da Educação e Ciência, pelas quais tem passado a Escola Superior de Educação de Lisboa, que resultaram num primeiro mandato muito difícil para Cristina Loureiro.  

Já a reeleita presidente da ESELx deixou alguns agradecimentos, nomeadamente ao apoio manifestado pelos funcionários não docentes e pessoal docente da ESELx , e a confiança para a sua eeleição como presidente da instituição por mais 4 anos. A dirigente tem consciência de que será um segundo mandato em condições muito difíceis, mas que “cada um tem transportado as suas pedras, e por isso tem sido mais fácil”.

Texto de Beatriz Canoa