Instituto Politécnico de Lisboa

ISCAL. A mana mais velha

ISCAL

21 Julho 2020

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São mais de dois séculos de história. Localizado no centro da capital, o Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL) é a instituição com mais história do Politécnico de Lisboa. Aqui, formam-se os profissionais com um papel ativo na economia do amanhã.

Quando pensamos em Lisboa, pensamos no centro da cidade. Vêm à cabeça os locais mais movimentados. Fala-se, inevitavelmente, da Avenida da República. Nas ruas que lhe são laterais, confundem-se uma série de prédios de apartamentos e escritórios dos mais variadíssimos setores. Lá pelo meio, o espanto é grande quando se percebe que está sediada uma das instituições de ensino superior público de referência na área de Gestão, Contabilidade e Economia – o ISCAL.

Da sua oferta formativa fazem parte licenciaturas, mestrados e pós-graduações nas áreas de Comércio e Negócios Internacionais, Contabilidade e Administração, Finanças Empresariais, Gestão e Solicitadoria.

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O prédio onde se localiza é discreto, mas a história que a instituição nela sediada conta já marcou e marca a formação de muitos profissionais. Marquês de Pombal criou em 1759 a “Aula do Comércio”, instituição que, muitos anos mais tarde, tornar-se-ia no ISCAL. Tempos diferentes, mas o objetivo da instituição mantém-se: formar profissionais qualificados que foram e continuam a ser “os pilares da atividade contabilística, administrativa e financeira das organizações nacionais”.

Tu cá, tu lá

O rigor do ensino não torna impossível a criação de laços de alunos com alunos, e de alunos com professores. Pelo contrário. A proximidade que se estabelece é uma das principais vantagens enunciadas pelos alunos. Margarida Moura entrou este ano letivo no ISCAL, é aluna da licenciatura em Solicitadoria, e o elemento proximidade surpreendeu-a. “Quando entramos no ensino superior pensamos: a distância entre alunos e professores vai ser gigantesca. É precisamente o contrário do que acontece no ISCAL”, diz.

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O facto de as turmas serem pequenas permite que as aulas sejam mais produtivas, havendo uma aposta grande em exercícios práticos, adequados àquilo que muitos destes jovens vão encontrar quando acabarem os seus cursos. Porque os grandes negócios exigem pulso firme e rapidez na resposta. É para isso que os alunos são preparados.

Associação de Estudantes dinâmica

“A nossa AE é muito proativa”. Quem o diz é Cristiana Balocas, estudante de primeiro ano da licenciatura em Gestão. Para além das normais festas no contexto académico, a Associação de Estudantes Iscalina desenvolve ao longo dos semestres várias atividades e workshops nas quais os alunos podem colocar em prática aquilo que aprendem no contexto letivo. A realização de sessões de contacto com profissionais de destaque na área é também frequente.

Texto: RM