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imagem de um avião a sobrevoar dois edíficios

Relações Internacionais

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Última atualização: 10.08.2026

A internacionalização é um dos pilares estratégicos da Universidade Politécnica de Lisboa, constituindo um fator essencial para o reforço da qualidade do ensino, da investigação, da inovação e da cooperação internacional.

A estratégia de internacionalização da Universidade Politécnica de Lisboa promove o desenvolvimento de parcerias internacionais, a participação em redes europeias e mundiais e a criação de novas oportunidades de colaboração académica, científica e institucional.

A implementação desta estratégia é coordenada pelo Gabinete de Relações Internacionais e Mobilidade Académica (GRIMA), em estreita articulação com as escolas da Universidade, assegurando o desenvolvimento das atividades de cooperação internacional e dos programas de mobilidade académica.

A mobilidade internacional de estudantes, docentes, investigadores e trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão tem registado um crescimento consistente, permitindo atualmente a realização de períodos de estudo, estágio, ensino e formação em cerca de 500 instituições parceiras em todo o mundo.
 

Linhas de ação prioritárias

  • Nova perspetiva e estratégia de ação internacional da Universidade Politécnica de Lisboa e das unidades orgânicas;
  • Maior visibilidade internacional;
  • Opções estratégicas com mecanismos propostos de forma orientada;
  • Partilha eficaz de recursos centralizando os procedimentos comuns, normalizando-os e verificando-os;
  • Regulamento para a Mobilidade Internacional da Universidade Politécnica de Lisboa, incluindo o articulado de procedimentos e todas as condições legais impostas pela Carta Europeia;
  • Manual de Boas Práticas com linhas claras de ação em aspetos mais concretos com seja o sistema de reconhecimento académico ou de acumulação de créditos em período de mobilidade;
  • Reforço da internacionalização das atividades de investigação & desenvolvimento, em sinergia com o Gabinete de Projetos Especiais e Investigação (GPEI);
  • Reforço na participação em redes e projetos que promovam a empregabilidade (consórcios e parcerias estratégicas com empresas e outras organizações);
  • Reforço da mobilidade na Europa e alargamento de fronteiras para países terceiros, nomeadamente países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP);
  • Pesquisa de linhas de financiamento que garantam a sustentabilidade da estratégia;
  • Investimento em redes temáticas.

 

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